EUA volta a bombardear o Irã, que fecha o Canal de Ormuz


Os Estados Unidos voltaram a bombardear o Irã nesta semana, quebrando um cessar-fogo temporário. Os ataques, ordenados pelo presidente Donald Trump, ocorreram entre os dias 9 e 10 de junho de 2026. 

O Motivo da Nova Escalada
A retomada dos bombardeios foi uma retaliação direta à derrubada de um helicóptero militar americano (um Apache) pelas forças iranianas na região estratégica do Estreito de Ormuz. O Pentágono classificou a operação como uma "ação de autodefesa proporcional". 

Os Alvos Atingidos
Os bombardeios coordenados pelo Comando Central dos EUA (Centcom) focaram na infraestrutura militar do sul do Irã, registrando explosões em cidades importantes como Bandar Abbas, Qeshm, Sirik e Minab. Os principais alvos incluíram: 

Sistemas de defesa aérea
Radares de vigilância costeira
Estações de controle de drones 

A Resposta do Irã

O Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou que "nenhum ataque ficará sem resposta". O país ativou suas defesas antiaéreas e retaliou lançando mísseis balísticos e drones contra navios americanos no Estreito de Ormuz e contra bases militares dos EUA localizadas no Bahrein, Jordânia e Kuwait. 

Contexto da Guerra
Esse novo embate faz parte da Guerra do Irã de 2026, iniciada em 28 de fevereiro com uma grande ofensiva conjunta dos EUA e de Israel. O conflito — motivado pelo programa nuclear iraniano e disputas territoriais — já havia resultado na morte do líder supremo Ali Khamenei em março. Uma trégua frágil vinha sendo mantida desde abril, mas esses novos ataques colocam em risco as negociações de paz definitivas que estavam na fase final. 

Da Redação N1

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